iniciou os seus estudos de dança pela Royal Academy of Dance e, em 2013, concluiu o curso de formação de bailarinos, na Escola de Dança do Conservatório Nacional, Lisboa. Completou a sua formação com o Elit Trainning Program da companhia Budapest Dance Theatre e o F.O.R. Dance Theatre da Companhia Olga Roriz. É licenciada em sociologia pelo ISCTE-IUL, Lisboa, e concluiu a Pós-Graduação em Dança Contemporânea da ESMAE, Porto, terminando como bolseira para o Camping 2020 do Centre National de la Danse, Paris.
Profissionalmente, trabalhou com vários coreógrafos e artistas como Olga Roriz / Companhia Olga Roriz, Renato Zanella, Jérôme Bel, Raimund Hoghe, Mafalda Deville / Companhia Instável, Sara Garcia, Elisabeth Lambeck, Olatz de Andrés / Kale Companhia de Dança, Inês Jacques e Mão Morta, São Castro e António Cabrita / Companhia Paulo Ribeiro, Teatro do Montemuro, Sílvia Real e Francisco Camacho, Ensemble Sociedade de Actores, Né Barros / Balleteatro, Jonas&Lander e Joana Magalhães / Comédias do Minho. Como coreógrafa, criou Beirut para o Estúdio B, em 2016, Help me with my cry, A Dança, Ecsatsy e Serpente para os 3º anos de dança do Balleteatro. A sua primeira criação em nome próprio, em conjunto com Pedro Souza, VADO: solo sobre as coisas vazias, estreou na XX Bienal Internacional de Arte de Cerveira, em 2018, seguindo-se o solo NINA, sobre a artista pop e punk Nina Hagen, iniciado em contexto académico e apresentado no Serralves em Festa 2019 e no Curtas de Dança 2020. Em 2021, criou Self, um dueto sobre o conceito de individualidade/dualidade, apresentado no Festival Interferências, Lisboa, e no Corpo + Cidade / DDD out, Matosinhos. Participou em workshops de artistas como Peter Michael Dietz, Edivaldo Ernesto, Mafalda Deville, Marie-Lena Kaiser, Francisco Camacho, Horário Macuacua and Rakesh Sukesh.
Foi ainda formadora artística do Projeto GruA – Grupo de Autonomia, desenvolvido pela ASAS Associação de Solidariedade de Santo Tirso. Colabora como professora de dança contemporânea com várias escolas e companhias do país.

O que é um problema? | 2022-2023

direitos reservados 

O que é um problema e como descobrimos que ele existe?

Começamos no vazio, onde existe um problema por resolver, e partimos à descoberta num caminho que se adivinha complexo e desafiante. Encontram-se problemas no próprio corpo e nas suas limitações: Como lidar com esses limites, contornando e encontrando alternativas? Que caminho percorremos para resolver o problema na arquitetura do nosso corpo como metáfora para a questão do problema geral?
O corpo, curioso e perspicaz, procura e dá a mão a um percurso prestes a ser descoberto através do movimento, da construção, do desenho e dos sons. Procura-se, constantemente, ativar as respostas físicas, sensoriais e emocionais para ultrapassar os problemas e encontrar as soluções.
“O que é um problema?” é um espetáculo que se constrói em palco, com duas bailarinas, uma delas também artista plástica, e um músico, dedicado ao público juvenil.

O objetivo deste projeto é, não só perceber a dinâmica e o pensamento dos mais jovens, mas também dar-lhes a palavra, a oportunidade de exporem a sua opinião e apresentarem propostas de resolução para as suas próprias questões, estimulando o seu sentido crítico e de decisão. Observar as gerações mais novas e a sua forma de pensar, quando criam e questionam, tem um papel transformador.
“O que é um problema?” pretende contribuir com a sensibilização de um público mais jovem, que está ainda a tentar perceber o presente e ao mesmo tempo perspetivar o futuro. Esta opção dramatúrgica baseia-se na continuidade do trabalho desenvolvido pelos intérpretes, que desenvolvem parte das suas atividades num contexto educativo, através de novos olhares dramatúrgicos na criação da dança e da música em Portugal.
Direção artística | Beatriz Valentim
Interpretação | Ana Caetano e Beatriz Valentim
Música original ao vivo e sonoplastia | Pedro Souza
Conceção cenográfica | Ana Caetano e Beatriz Valentim
Instrumentos originais | Os Arranjadores
Conceção da rampa | Hugo Barros e Sara Garcia
Direção técnica | Hugo Coelho
Técnica de som | Inês Lamares
Residências artísticas | Teatro do Ferro, Central Elétrica / CACE Cultural, Balleteatro, Biblioteca Municipal de Marvila, Devir Capa
Co-produção | Cine-Teatro Louletano e Festival Cumplicidades
Distribuição | Eira

Público-alvo | 3º ciclo e ensino secundário

Datas de Apresentação
11 a 14 maio 2023 | Festival Cumplicidades, São Luiz Teatro Municipal, Lisboa 
4 e 5 maio 2023 | Cine-Teatro Louletano, Loulé, PT (estreia)


Self | 2021

fotos de Ana Brígida, Christophe Berlet e Pedro Figueiredo

Inicialmente um solo, Self logo se converteu num dueto, por ter na sua base conceitos como a reflexividade e a dualidade. Partindo do conceito sociológico de self, propus-me a pensar que perguntas fazemos a nós mesmos e que perguntas fazemos aos outros; que relações de dependência temos do ponto de vista social; que espaços e contextos habitamos. A análise reflexiva do eu pressupõe o outro e vice-versa. O corpo-contorno que vão encontrar neste trabalho surge, para mim, como um corpo vazio de significado, pronto a receber estímulos internos e externos, que serão constantemente analisados e experienciados pelas intérpretes, num percurso de dualidade e dualismo.
Ideia e conceção | Beatriz Valentim
Interpretação e seleção musical | Beatriz Valentim, Mercedes Quijada
Edição Musical | Pedro Souza
Figurinos | Andy James, Beatriz Valentim
Co-produção | Festival Interferências / Companhia Olga Roriz, Corpo + Cidade ( integrado no Festival DDD)
Agradecimentos | Centre National de la Danse, Dimitri Chamblas, Francisco Camacho, Real Pelágio / Teatro da Voz, Ginasiano Escola de Dança, Pallco Performing Arts School, Bruno Senune

Datas de Apresentação
30 abril 2022 | Corpo + Cidade / DDD Out, Matosinhos
4 e 5 setembro 2021 | Festival Interferências / Companhia Olga Roriz, Lisboa


NINA | 2019

fotos de José Caldeira

* trabalho final da pós-graduação em Dança Contemporânea, ESMAE, Porto
Nina é um solo performativo que resulta de uma pesquisa intensa sobre a artista alemã Nina Hagen. O primeiro objetivo é explorar a sua obra através do corpo e do movimento, sem palavras. As palavras e imagens da própria artista são a sua liberdade de expressão. O outro objetivo, se é que assim se pode dizer, será a minha interpretação pessoal do seu trabalho, da sua imagem icónica, do seu mundo, das suas cores e das suas letras, algumas políticas e controversas.
Nina é sobre a excentricidade de uma mulher alemã que nasceu na década de 50 e que se entregou ao punk nos anos 70 e 80, período controverso na história da Alemanha. É uma reflexão acerca das plasticidades dos corpos e das posições que estes podem assumir - política, artística e filosoficamente.
Para mim, é também a riqueza de uma complexidade artística altamente estudada, tanto nas suas letras e composições, como na sua voz. Nina Hagen é uma cantora lírica, é uma atriz, é uma pensadora, e também fez ballet.
Nina é também a personagem principal de “A Gaivota” de Tchéchov, é um nome feminino e é também um diminutivo de menina; Nina era também a deusa da fertilidade da babilónia. Uma Nina é uma menina, é uma mulher, é um poder, é uma luta de liberdade. É a construção do “Indescritivelmente Feminino”.
Conceção e Interpretação | Beatriz Valentim
Música | Canto Gregoriano Anónimo, Nina Hagen
Operação de Som | Pedro Souza
Figurinos | Beatriz Valentim, Elisabete Torrão
Agradecimentos | Cláudia Marisa, Pedro Souza, Sónia Passos

Datas de Apresentação
26 e 27 setembro 2020 | Curtas de Dança Armazém 22, Vila Nova de Gaia
2 junho 2019 | Serralves em Festa, Porto
1 junho 2019 | Teatro Helena Sá e Costa, Porto

VADO: solo sobre as coisas vazias | 2018

fotos de Diana Nobre

A minha mãe diz que eu falava sozinha. A dele não.
A ideia de uma performance-concerto sobre as coisas vazias parte do medo da solidão, da fraqueza e da sua monotonia, onde são explorados movimentos e sons sem rosto e sem identidade. A pesquisa baseia-se nos corpos fotografados, corpos com frio, corpos sem cara, corpos sozinhos e num afastamento constante das relações sociais.
A repetição e o limite são bases constante neste trabalho, onde o corpo é influenciado pelo constrangimento do espaço vazio, do espaço sonoro. Tudo se constrói com base nos cursos de pensamento, na simplicidade do estar e nas descobertas do movimento vazio.

Concepção e Interpretação | Beatriz Valentim, Pedro Souza
Coreografia | Beatriz Valentim
Composição musical | Pedro Souza
Desenho de Luz | João Abreu
Operação de Som | Martinho Cardoso
Figurino | Beatriz Valentim, Catarina Casais
Agradecimentos | Cine-Teatro Garrett, Francisco Camacho, Joana Von Mayer Trindade, Mafalda Deville, EIRA (no âmbito do Projeto de Estudo em Dança)
Residências Artísticas | Companhia Instável, Estúdios Victor Córdon

Datas de Apresentação
18 setembro 2022 | Ciclo Dança Invisível / Palácio do Sobralinho, Vila Franca de Xira
18 maio 2019 | Casa da Cultura de Setúbal, Setúbal
22 fevereiro 2019 | Armazém 22, Vila Nova de Gaia
17 fevereiro 2019 | Festival Entrelaçados, Portimão
6 outubro 2018 | Festival Guimarães noc noc, Guimarães
8 setembro 2018 | XX Bienal Internacional de Arte de Cerveira, V. N. de Cerveira


MAMA | Mafalda Deville / Palcos Instáveis | 2022
fotos de Sara Santervás

Em cena, uma personagem para duas intérpretes que vão invocando memórias, medos e inseguranças, em diálogo surdo entre si. O interior e o exterior, a queda e o salto, o privado e o público, tudo embrulhado em canções de embalar. Em cena dois corpos que não se cansam de tentar. Dois corpos que sabem que por vezes é preciso reaprender a viver, e até reaprender a respirar.

“Nesta residência iniciei uma investigação sobre os conflitos emocionais e sociais da maternidade juvenil. Tive, como ponto de partida, o meu caso e fui ao encontro de jovens mulheres que se encontram a gerir a situação de estarem grávidas ou de terem sido mães recentemente. Em comum, no processo de entrevistas iniciado, o estado fisiológico—pré ou pós parto—e uma precariedade emocional e social devastadora. Era minha intenção chamar para a criação deste trabalho intérpretes que tivessem sido mães e que assim pudessem também partilhar a sua experiência. Em colaboração com o Israel Pimenta, partimos despidos de estruturas rígidas, conceptuais ou formais, privilegiando uma abertura franca aos pedaços de vida que nos fossem expostos. Optamos por trabalhar só com a Elisabeth Lambeck, num processo cúmplice, de quem sabe que só com pinças se pode mexer no que é tão frágil. Nesta fase, aqui apresentada, acabamos por explorar o intervalo temporal entre a descoberta do estar grávida e o nascimento do filho. Longos meses de profunda transformação física revoltos num turbilhão de acontecimentos e emoções. Da primeira vez que viemos à tona do mergulho das entrevistas, decidimos trabalhar com materiais precários e instáveis, frágeis e voláteis, tanto na cenografia como na pesquisa coreográfica.” (Mafalda Deville)

Direção e coreografia | Mafalda Deville
Cenografia e Dramaturgia | Israel Pimenta
Desenho de Luz | Diogo Barbedo
Interpretação e criação (estreia) | Elisabeth Lambeck e Mafalda Deville
Interpretação e criação (digressão) | Beatriz Valentim e Mafalda Deville
Música | Ravel, Chopin, Louis Spohr, Claude Debussy, PJ Harvey, Johnny Greenwood
Figurinos | Mafalda Deville
Agradecimentos especiais | Instituição Irmãs do Bom Pastor, Eduardo Leitão, Joana Neves
PERTURBAÇÃO DO CIDADÃO EXEMPLAR | Comédias do Minho | 2022
fotos de Patrick Esteves

Um cidadão exemplar é um sujeito polido, higiénico, sem manchas negras, avesso a conflitos e um feliz respeitador de regras. Um cidadão exemplar não tem tempo porque tem a vida cheia, preenchida, sem buracos na existência. Cada vez mais cheia, mais preenchida, mais sem buracos para existir. Não tem espaço para duvidar porque não tem tempo para questionar. É afirmativo, definido, muito bem resolvido. Um cidadão exemplar não consegue parar. Porque parar é morrer e isso não pode ser. Mas não sabe dançar. Tem o corpo ressequido, o cérebro aturdido. Falta-lhe ginga na anca e fome na pança. Um cidadão exemplar não sabe dançar. E talvez isso o possa matar.


Tomando como inspiração uma das estórias mais célebres de Herman Melville, Bartleby, este espetáculo coloca em arena de combate o conceito de trabalho, tal como hoje o conhecemos. Celebra-se o ritmo como força pulsante e formadora de humanidade, num mundo-máquina desprovido de corpo-animal.


Neste espetáculo, com encenação e direção artística de Joana Magalhães, conta-se a estória desta perturbação, fazendo suar o discurso no corpo dos atores, ao ritmo frenético de uma bateria.

Encenação e direção artística | Joana Magalhães
Dramaturgia | Joana Magalhães, com excertos de textos de Gonçalo M. Tavares (A perturbação do Cidadão Exemplar), Ricardo Neves-Neves (A ilha do desporto) e Rui Pina Coelho (Estética, resistência e melancolia) e Bob Black (A abolição do trabalho)
Interpretação | Rui Mendonça, Luís Filipe Silva, Beatriz Valentim, Catarina Luís, Dinis Duarte
Composição Musical | André Nunes e Francisco Beirão
Músicos | André Nunes e Francisco Beirão
Apoio ao movimento | Ana Isabel Castro e Maria Antunes
Cenografia | Cristóvão Neto
Figurinos | Paula Cabral
Desenho de luz e som | Vasco Ferreira
Execução de cenografia | Bárbara Amen, Leonor Gomes, Maria Inês Campos
Execução de figurinos | Beatriz Prada e Maria Costa
Produção | Comédias do Minho
NEVE – Paisagens, Máquinas e Animais | Né Barros | 2022
fotos de João Duarte

A paisagem e o corpo como paisagem têm sido temas recorrentes nos trabalhos da coreógrafa Né Barros. Neve insere-se na série de trabalhos com o subtítulo Paisagens, Máquinas, Animais que teve início em 2019 com IO. Tratam-se de três pontos de fuga na definição do humano e que neste projeto irá desenvolverse através de uma ficção onde os afetos se expandem às paisagens e aos lugares. Como num poema, com Neve, exploram-se também a memória, a transformação e a passagem de um estado a outro em ciclos constantes. Neve constitui-se como um projeto multidisciplinar para o qual conta com a colaboração na área da música, cinema e da arquitetura.
Direção e coreografia | Né Barros
Música | Carlos Guedes
Espaço cénico | FAHR 021.3
Filme | Filipe Martins
Direção de Fotografia | Miguel Sevivas
Flautista | Cristina Ioan / Clara Saleiro
Intérpretes | Afonso Cunha, Beatriz Valentim, Bruno Senune, Luís Guerra (filme)
Desenho de Luz | José Álvaro Correia
Figurinos | Flávio Rodrigues
Produção | Lucinda Gomes
Coprodução | Balleteatro/Teatro Nacional S. João
Apoio à residência | Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, Setembro 2019
New York University Abu Dhabi, Dezembro de 2019
Apoio | Câmara Municipal do Porto no âmbito do programa Shuttle
PONTAS SOLTAS | Jonas&Lander | 2022

2023
10 junho | Concerto nº 1 para Laura, de Sílvia Real | Covilhã, PT
11 a 14 maio | O que é um problema?, de Beatriz Valentim | Festival Cumplicidades, São Luiz Teatro Municipal, Lisboa, PT
4 e 5 maio O que é um problema?, de Beatriz Valentim (estreia) | Cine-Teatro Louletano, Loulé, PT
20 abril Concerto nº 1 para Laura, de Sílvia Real | Teatro das Figuras, Faro, PT
3 a 14 abril abril | O que é um problema?, de Beatriz Valentim | Residência Artística, PT
14 a 18 março | O que é um problema?, de Beatriz Valentim | Residência Artística no Teatro do Campo Alegre, Porto, PT
24 fevereiro | Distante, de Né Barros | Teatro Municipal de Bragança, PT
17 e 18 fevereiro | Distante, de Né Barros (estreia) | Rivoli/Teatro Municipal do Porto, PT

2022
2 dezembro | NEVE (filme), de Filipe Martins | Queer Porto, Rivoli/Teatro Municipal do Porto, PT
1 dezembro | Self (versão solo), de Beatriz Valentim | Mostra Nacional de Jovens Criadores, Almada, PT
19 e 20 novembro | Serpente com os alunos do 3º ano do Balleteatro | Casa da Arquitetura de Matosinhos, PT
20 outubro | MAMA, de Mafalda Deville, Palcos Instáveis Segunda Casa | Albergaria-a-Velha, PT
15 a 28 outubro | O que é um problema?, de Beatriz Valentim | Residência Artística na Biblioteca de Marvila, Lisboa, PT
17 outubro | SELF, online pitch | Showcase Outdoor Arts Portugal
27 setembro | Módulo 0 - apresentação de Serpente com os alunos do 3º ano do Balleteatro | Coliseu do Porto, PT
18 setembroVADO: solo sobre as coisas vazias, de Beatriz Valentim e Pedro Souza | Ciclo Dança Invisível, Vila Franca de Xira, PT
16 setembroConcerto nº 1 para Laura, de Sílvia Real | Cine-Teatro Avenida, Castelo Branco, PT
5 a 9 setembro | Curso Intensivo de Regresso às Aulas - workshop de dança contemporânea | Conservatório do Vale do Sousa, Paredes, PT
29 a 31 agostoO que é um problema?, de Beatriz Valentim | Residência Artística no Balleteatro, Porto, PT
29 julhoA perturbação do cidadão exemplar, Comédias do Minho | Porto, PT
21 a 24 julhoA perturbação do cidadão exemplar, Comédias do Minho | Valença, PT
14 a 17 julho | A perturbação do cidadão exemplar, Comédias do Minho | Monção, PT
7 a 10 julhoA perturbação do cidadão exemplar, Comédias do Minho | Vila Nova de Cerveira, PT
30 junho a 3 julhoA perturbação do cidadão exemplar, Comédias do Minho | Melgaço, PT
28 junho a 2 julho | Estágio de Dança de Aveiro | Aveiro, PT
23 a 26 junho A perturbação do cidadão exemplar, Comédias do Minho | Paredes de Coura, PT
1 a 5 junhoO que é um problema?, de Beatriz Valentim | Residência Artística no CACE Cultural, Porto, PT
16 a 22 maioO que é um problema?, de Beatriz Valentim | Residência Artística no Teatro do Ferro, Porto, PT
30 abrilSelf, de Beatriz Valentim | Corpo + Cidade / DDD Out, Matosinhos, PT
22 e 23 abrilNeve, de Né Barros | Festival DDD, Porto, PT
9 abrilNeve, de Né Barros (estreia) | Convento de São Francisco, Coimbra, PT
7 marçoPontas Soltas, de Jonas&Lander | Festival da Canção RTP, PT
18 fevereiroConcerto nº 1 para Laura, de Sílvia Real | Teatro-Cine de Torres Vedras, PT
2 a 6 fevereiroConcerto nº 1 para Laura, de Sílvia Real | São Luiz Teatro Municipal, Lisboa, PT