Nova criação | 2028
Esta peça, ainda sem título, pretende ser, por um lado, um lugar de exploração
como criadora e intérprete a solo em torno da forma como as mulheres artistas
têm sido muito pouco valorizadas ou centralizadas nos discursos e no tecido
artístico português ao longo das décadas, mas também uma oportunidade para
me rodear de um conjunto de mulheres com quem desejo colaborar em vários
sentidos. Assim, este trabalho gira em torno das possibilidades de encontro,
revisitação e de reformulação de produções textuais, musicais, coreográficas
de várias mulheres, fazendo surgir e propondo um discurso autoral em torno do
meu corpo enquanto objeto e sujeito discursivo e disruptivo.
É sobre o enfrentamento da solidão, sobre a solidão da mulher numa sociedade patriarcal. Com uma equipa totalmente feminina, o objetivo é também que esta peça seja como um encontro, um lugar de solidões partilhadas; não é um coletivo, são singularidades que partilham um lugar.
É sobre o enfrentamento da solidão, sobre a solidão da mulher numa sociedade patriarcal. Com uma equipa totalmente feminina, o objetivo é também que esta peça seja como um encontro, um lugar de solidões partilhadas; não é um coletivo, são singularidades que partilham um lugar.
Direcção, coreografia e interpretação | Beatriz Valentim
Textos e Documentação | Telma João Santos
Co-produção | Produções Real Pelágio Parceiros | Teatro da Voz / Voz do Operário
Textos e Documentação | Telma João Santos
Co-produção | Produções Real Pelágio Parceiros | Teatro da Voz / Voz do Operário